Sobre

Este espaço tem meu nome ― o que significa que reúne passado, presente e futuro; o íntimo e o público; o profissional e, sempre, o extremamente pessoal.

De quem estamos falando mesmo? Um currículo rápido…

 

SOBRE MIM

“André Forastieri é jornalista desde 1988 e empreendedor desde 1993. Trabalhou como repórter e editor na Folha de S. Paulo. Na Editora Abril, foi editor-chefe das revistas Bizz (Música) e SET (Cinema). 

Entre 1993 e 2006 fundou quatro empresas: Editora Acme, Conrad Editora, Pixel Media e Futuro Comunicação.  Publicou fenômenos de venda como Calvin e Haroldo, Dragon Ball, Minecraft, Pokémon, Star Wars e a revista “Herói”. Autores cultuados como Neil Gaiman, John Reed e Robert Crumb. Lançou no Brasil líderes globais no segmento de tecnologia, como PC Magazine, Nintendo World e Electronic Gaming Monthly. 

Entre 2014 e 2017 foi Diretor de Novos Negócios da Record Hub, o núcleo de Estrategia Multiplataforma da TV Record. A Record Hub se dedica à distribuição de conteúdo em todas as frentes: internet (R7.com), video on demand, vendas Internacionais, TV paga, live streaming, música, educação e licenciamento.

Entre 2008 e 2017, publicou mais de mil artigos em seu blog “André Forastieri”, alcançando mais de 12 milhões de visualizações.

Especialista em empreendedorismo e transformação digital, é um dos jurados do Acelera Fiesp, o maior evento de aceleração de start-ups do Brasil. É professor em cursos de Inovação. Desde 2008 é sócio da Tambor Digital, que cria soluções de conteúdo e marketing para empresas como Cinépolis, Disney, Microsoft, Nintendo, Telefonica e Vivo.

Em 2016 lançou seu primeiro livro, “O Dia Em Que o Rock Morreu”. 

É um dos dez brasileiros mais influentes do LinkedIn, onde já tem mais de 500 mil seguidores, e foi escolhido pelo LinkedIn como uma das Top Voices 2018″.

Ufa! E deixei um mundaréu de coisa de fora.

 

SOBRE ESTE SITE

Não espere compromisso com o noticiário ― salvo eventualmente, na seção BILHETES. 25 anos atrás, eu mandava meus artigos para a Folha em disquete (!), com bilhetinhos, e uma amiga que trabalhava me disse que preferia os bilhetes às colunas.

Nunca esqueci, e percebo que tenho feito exatamente isso nas redes sociais, com amigos e desconhecidos. Agora, farei aqui.

ENSAIOS parece pretensioso, mas é exatamente o contrário, porque uso na acepção original, de Michel de Montaigne. “Essayer” é “tentar”, um esforço de compreensão de um tema, sem a ambição da última palavra.

Seguindo o mestre, não haverá assunto pequeno ou grande demais; é tudo parte da vida. Publicarei novos em folha, e alguns que sobreviveram dos meus mais detrinta anos escrevendo, desde 1988.

TRABALHO é o espaço dedicado às minhas atividades profissionais. Como editor desde 1990, empreendedor desde 1993, e cada vez mais consultor de negócios e comunicação, quem diria…

Tanto registros do passado, como iniciativas do presente. Histórias de revistas e negociações de décadas atrás, experiências atuais no mundo digital.

Conteúdo que, espero, tenha valor para a vida profissional do leitor que tem uma carreira ou uma empresa. É uma maneira de honrar os novos leitores que conquistei nos últimos anos, no LinkedIn – já são 400 mil seguidores do meu perfil lá.

Há que reservar um espaço aconchegante, sedutor para os PRAZERES, terrenos e luminescentes. Leituras, comidas, viagens, lembranças, momentinhos. Sem objetivo nenhum, fora inspirar o leitor a buscar o seu próprio prazer.  

Finalmente, escrevo aqui para amigos, particularmente na minha Newsletter, FORASTA NEWS. Sem intenção nenhuma de conquistar ou convencer. Também sem fazer média, nem facilitar a vida do leitor. Espere dicas úteis, mas também assuntos obscuros e obsessões pessoais.

Este site não tem espaço para comentários; converso com todos nas minhas redes sociais, LinkedIn e Twitter, e para quem me escreve. Não é recusar o diálogo, é me resguardar do ruído. Para me concentrar em novos textos, razão de ser de voltar a escrever; para tentar encontrar, compôr, uma nova canção que me encante.

Escrevo cada vez mais para aprender, e para me aprender. Me conhecendo, hei de escrever com o fígado de vez em quando.

Minha missão aqui é escrever com mais serenidade e menos raiva que no passado, mais para a posteridade que para repercutir; para construir, não para destruir.